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Sociedade de Pediatria do Neurodesenvolvimento

Título: Novas práticas pedagógicas e TEA (Brasil)

Enviado por: Maria de Lourdes de Moraes Pezzu

em: 17-06-2018 22:51

Quando abordamos o tema inclusão de alunos com transtorno do espectro autista (TEA) em sala comum da rede pública São Paulo (Brasil), muitas indagações são identificadas. Observa-se que a maioria dos trabalhos pedagógicos desenvolvidos nas escolas para alunos com autismo acabam sendo realizados de maneira infantilizada, somente por meio de desenhos, algumas atividades orais sem a participação direta do aluno ou por meio de cópias transcritas e adaptadas pelo próprio professor. Identificando essas questões enquanto professora do atendimento educacional especializado (AEE) especialista em TEA, em sala de recurso e itinerância, no atendimento de um aluno do 9º ano do fundamental que apresentou no começo do ano um perfil de uso da fala limitado, isolamento social dos demais alunos e professores; dificuldade de escrita com comprometimento motor nas mãos, e dificuldade de leitura, distorções gráficas, imaturidade e apatia de modo geral. Diante desse perfil, procurei integrar AEE e sala comum. Realizei um planejamento diversificado e diferenciado para o atendimento desse aluno no AEE, onde busquei organizar informações anteriores sobre o atendimento pedagógico que o aluno já tinha obtido, realizei uma avaliação diagnóstica pedagógica atual, levando em consideração seus conhecimentos e seu perfil comportamental, procurei me inteirar do conteúdo da proposta pedagógica da série do aluno, reconhecer o perfil social da sala comum do aluno, assim como uma entrevista com sua família. Realizei uma adaptação do material escolar do aluno: caderno classe comum com folhas quadriculadas, percebi a necessidade de incluir esse recurso para o aluno regular sua escrita e facilitar sua observação em relação às proporções da letra e adquirir noção de distância, retas e compreensão de tamanho, e noção de unidade, dezena, centena e armar continhas, assim como para prepará-lo para o uso da pauta. Paralelamente no atendimento do AEE utilizei também outras estratégias, reforçar e incentivar o trabalho da escrita e leitura, raciocínio lógico-matemático, articular a temática do conteúdo da proposta curricular da série do aluno, utilizando como metodologia: jogos lúdicos e atividades concretas elaboradas com materiais pedagógicos (material reciclado, adaptado a necessidade do aluno) construídos com auxílio do próprio aluno. Utilização dos recursos tecnológicos da plataforma Currículo + Site externo (plataforma online de conteúdos digitais: vídeos, videoaulas, jogos, animações, simuladores e infográficos), articulados com o Currículo do Estado de São Paulo, como apoio pedagógico para as diversas atividades que são desenvolvidas. Adaptação de material escolar: utilização de fichas temáticas onde o aluno transcreve as atividades para o caderno de meia pauta, que traz uma configuração diferente, oferecendo a utilização de dois espaços, o pautado e o em branco, a proposta é que esses espaços sejam utilizados pelo aluno com sentido de interpretação livre de perceber que uma história ou uma atividade pode ser contada com palavras e imagens desenvolvidas pelo próprio aluno. Diante do exposto, realizando uma análise comparativa das situações do “antes e depois” da intervenção pedagógica realizada pelo atendimento do AEE no primeiro semestre de 2018, com o aluno, verifica-se que o desenvolvimento do aluno atualmente apresenta melhoras na sua comunicação e oralidade, sua escrita está mais segura e clara, conta histórias relatando fatos e apresenta criticidade sobre determinados assuntos que são abordados na sala de aula. É verificado que sua integração social ampliou, está participando de eventos sociais, como aniversario de amigos da sala de aula e excursões da escola sem a presença da mãe. Demonstra maior iniciativa e interesse em realizar as tarefas, está mais falante e consegue levantar a cabeça e fixar o olhar.A mãe relata que em casa ele conta tudo que acontece na escola, fala sobre seus amigos de sala de aula, nomes dos professores, das atividades que desenvolve, percebe que aumentou seu interesse pela atividade escolar, mostra as lições que tem realizado e está muito feliz. Sendo assim, percebe-se que é possível sim, realizar um trabalho integrado do AEE junto com a classe comum no integrar novas possibilidades de ações metodológicas: avaliação diagnostica, sondagem, entrevistas e criação e adaptação de materiais alternativos pedagógicos, uso das tecnologias para fortalecer a potencialidade dos alunos dentro de um perfil aprendente e protagonista de suas ações, deixando de relacionar apenas sua aprendizagem as dificuldades cognitivas padronizadas que vem sendo utilizada há anos, mas criar novas formas e possibilidades de aprendizagem significativas que possam ser viabilizadas no contexto escolar respeitando o perfil de cada aluno com autismo em suas series e idades.

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